Gisela joão

 

fadista

Dois anos passaram, e a ascensão de Gisela João mantém-se imparável, fruto das digressões e inúmeros concertos dados não só em Portugal, mas igualmente além-fronteiras.

O ano de estreia foi 2013, com um disco que, depois de ter sido entusiasticamente recebido pela crítica, especializada e não só, foi considerado o melhor álbum nacional do ano por publicações de referência como a Blitz, o Expresso, o Público, a Time Out, o site musical Cotonete e mesmo os Globos de Ouro tendo atingido vendas que já lhe valeram o Disco de Platina.

Nascida em Barcelos, Gisela viveu seis anos no Porto para, finalmente, o canto impôs a sua vontade e a levar para Lisboa.

Numa pequena casa “emprestada” na Mouraria debateu-se com o peso imenso da solidão, pensou várias vezes em desistir, mas resistiu. Conquistou primeiro meia Lisboa e depois Lisboa inteira, das Casas de Fado à mítica discoteca Lux e do Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém ao Teatro São Luiz.

Neste interminável (e imparável) trajecto, ficam na memória as actuações nos Coliseus de Lisboa e Porto, o ciclo de espectáculos “Caixinha de Música”, no Teatro São Luiz, onde Gisela camaleónica assumiu e interpretou temas de Nick Cave, Violeta Parra, Amy Winehouse, Leonard Cohen, divas e crooners, poetas celebrados do nosso imaginário colectivo.

E sem esquecer, obviamente, os galardões de Ouro e Platina conquistados pelo seu disco de estreia, juntamente com o Prémio Revelação na VIII Gala dos Prémios Amália, o Prémio de Mulher do Ano 2015 na Gala GQ Men Of The Year Awards 2015 e com o Globo de Ouro para Melhor Intérprete Individual, prémio que lhe foi agraciado na XIX Gala dos Globos de Ouro.

A 11 de Novembro de 2016 estreou um novo álbum, com o nome “Nua”.

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